Ao pensar no processo de aprendizado dos filhos, é comum que os pais não considerem apenas nos conteúdos técnicos do colégio. O desenvolvimento pessoal e a participação em ambientes que promovem a inclusão e empatia são fundamentais. Logo, contar com uma Escola Inclusiva é fundamental.

Assim, os pais que zelam e buscam por instituições com essa postura, precisam saber como escolhê-las. Isso porque, além de se posicionarem dessa forma, elas precisam que toda a proposta pedagógica seja alinhada a essa proposta.

Quer saber mais sobre esse tema? Então entenda o que é uma escola inclusiva e quais devem ser os seus pilares de atuação!

O que é uma escola inclusiva?

Uma escola inclusiva é uma instituição que adota o modelo de educação voltado para a formação completa dos indivíduos, de forma livre de preconceitos. Ou seja, ela reconhece as diferenças e as valoriza, de modo a promover a integração entre todos os alunos e o meio escolar.

Desse modo, o colégio deve estar preparado para receber todos os estudantes, independentemente de suas características e limitações. Todos os ambientes devem ser acessíveis e equipados corretamente, viabilizando o uso por qualquer aluno.

Ainda, os professores precisam estar preparados para lidar com as diferenças e particularidades de cada estudante. Afinal, elas devem ser consideradas para direcionar as melhores práticas de ensino e promover um melhor relacionamento entre o aluno e a escola.

No entanto, isso não pode resultar em ações de exclusão ou preconceito. Pelo contrário, o foco é acolher todos os estudantes, criando situações que respeitem as características de cada um — inclusive em relação ao ritmo de aprendizado e estilo de estudo.

Para isso, a proposta pedagógica da escola precisa trazer as práticas que devem orientar as atividades escolares com foco na inclusão. Do mesmo modo, ela pode prever as redes de apoio que serão usadas para ter um ambiente mais inclusivo, como profissionais especializados e até a participação da família na escola.

Logo, por meio desse documento os pais podem analisar de que maneira a escola pretende atuar. Também será possível conhecer os equipamentos e recursos disponibilizados aos alunos, sempre com foco no melhor desenvolvimento da criança e do adolescente.

Quais são os pilares de uma escola inclusiva?

Sabendo o que é uma escola inclusiva, vale a pena entender quais são os seus pilares de atuação. Afinal, eles trazem questões essenciais para que a instituição, de fato, trabalhe de maneira alinhada aos preceitos da educação inclusiva, conforme definido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Veja só!

Aprender a conhecer

A primeira base da educação citada é aprender a conhecer. Isso significa entender como desenvolver o aprendizado, considerando também o progresso científico, as evoluções tecnológicas e as mudanças econômicas e sociais.

As crianças são curiosas e têm interesse pelo aprendizado. Então esse é o momento de desenvolver o senso crítico e estimular essa curiosidade intelectual. A escola deve proporcionar a busca pelo conhecimento, dando os direcionamentos para que os alunos possam aprofundar suas pesquisas.

Ainda, é preciso ter uma cultura geral, trazendo os vários temas necessários para o desenvolvimento humano e o preparo para o ensino superior — assim como a vida profissional. No entanto, para ter um aprendizado adequado, deve ser possível se aprofundar sobre alguns assuntos.

A partir de bases sólidas sobre a cultura geral, ficará mais fácil trabalhar o aprofundamento dos assuntos, conforme o nível de ensino ou o seu foco. Do mesmo modo, o aluno terá conhecimentos mais robustos para conseguir se guiar com base na própria curiosidade e interesse sobre diferentes assuntos.

Aprender a conviver

Outro pilar é aprender a conviver. Ou seja, o desenvolvimento do conhecimento deve ser feito aprendendo também sobre as outras pessoas, as suas histórias, tradições, costumes, entre outras características. A ideia é impulsionar a percepção sobre a interdependência dos indivíduos e sistemas sociais.

Essa convivência permite identificar desafios e riscos para o futuro, potencializando o desenvolvimento de projetos que busquem melhorias. Ou seja, conviver levará a trabalhar em conjunto ou, ao menos, a ter uma postura diferenciada, que evite ou consiga apaziguar os conflitos que podem surgir.

Outro ponto relevante é que o trabalho dessa base ajuda a desenvolver pessoas que saibam, de fato, conviver e respeitar as diferenças. Assim, há um trabalho de uma visão mais social e empática, deixando o egoísmo ou individualismo de lado.

Aprender a fazer

O terceiro pilar é aprender a fazer. Como visto, o conhecimento é bastante relevante, mas nem todos os assuntos podem ser aprofundados ao longo da jornada escolar. Do mesmo modo, é comum que exista uma grande carga teórica, mas nem sempre o aluno entende como colocar em prática esses conhecimentos.

O aprender a fazer tem relação com esse fator, como uma formação continuada que também tenha aspectos práticos. Além disso, a base envolve a capacidade de os indivíduos enfrentarem e superarem os diferentes desafios que podem surgir no dia a dia.

Para isso, o ensino na escola deve deixar de focar apenas em repassar os conteúdos didáticos de maneira tradicional apenas. É importante que os alunos possam realizar experiências, tenham aulas práticas e passem por testes que ajudem a enriquecer o conhecimento, considerando as características profissionais e sociais de cada matéria.

Aprender a ser

Por fim, há o pilar de "aprender a ser". Ele trata da necessidade de estimular a autonomia e o discernimento dos alunos ao longo do desenvolvimento escolar. Logo, os estudantes precisam aprender sobre a responsabilidade pessoal — e não apenas para entender as causas e consequências individuais.

Eles também precisam entender a sua responsabilidade social, considerando os impactos de suas ações no coletivo. Ao mesmo tempo, é preciso que cada aluno entenda quem realmente é, com suas formas de pensamento e opiniões, como parte da formação de sua individualidade.

Agora você já conhece os 4 pilares de uma escola inclusiva e sabe como ela pode aprimorar o processo de aprendizado e desenvolvimento dos seus filhos. Portanto, ao procurar uma instituição de ensino de qualidade, avalie esses fatores para tomar melhores decisões.

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